Na semana passada, o documentário Boca de Rua foi destaque no Jornal Zero Hora e na Folha do Sul, de Bagé.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
trailer
Já está no ar o trailer do Boca de Rua - Vozes de uma Gente Invisível.
veja. Reveja. Compartilhe.
CLIQUE AQUI e vá direto ao nosso canal do Youtube.
veja. Reveja. Compartilhe.
CLIQUE AQUI e vá direto ao nosso canal do Youtube.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Programa Radar - TVE
Foi ao ar, pelo programa Radar (TVE RS), uma reportagem sobre o documentário Boca de Rua - Vozes de uma Gente Invisível. Causa uma sensação de contentamento ao perceber que começamos a re-trabalhar a mensagem do jornal agora em um meio cinematográfico, com este webdoc. Nossa proposta sempre foi por este caminho: levar adiante uma ideia que deu tão certo que está há 12 anos na ativa, mostrando que quem mora na rua é tão cidadão quanto qualquer um.
Inclusive, gera um espanto ao saber que até pouco tempo os moradores de rua sequer eram contados no censo do IBGE. Com o intuito de derrubar esses clichês bestas, o Boca conquista um espaço e vai transformando o preconceito em convivência, gerando discussões saudáveis e propondo novos olhares. Tal como o da reportagem do Programa Radar, que se propôs a divulgar as coisas boas e não simplesmente somar pontos na audiência tratando o assunto de maneira banal e triste - que muitas vezes até é. Mas a tristeza e a dificuldade não são méritos das classes baixas, não.
Para assistir à reportagem, clique aqui.
Inclusive, gera um espanto ao saber que até pouco tempo os moradores de rua sequer eram contados no censo do IBGE. Com o intuito de derrubar esses clichês bestas, o Boca conquista um espaço e vai transformando o preconceito em convivência, gerando discussões saudáveis e propondo novos olhares. Tal como o da reportagem do Programa Radar, que se propôs a divulgar as coisas boas e não simplesmente somar pontos na audiência tratando o assunto de maneira banal e triste - que muitas vezes até é. Mas a tristeza e a dificuldade não são méritos das classes baixas, não.
Para assistir à reportagem, clique aqui.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
trilhas
"Caiu do céu" seria um grande clichê para designar a escolha das trilhas sonoras do doc. Mas essa expressão serviria muito bem, tendo em vista que as canções têm uma sintonia muito próxima do filme, mesmo que elas não tenham sido feitas exclusivamente para ele.
Uma das músicas vem da Austrália, de um artista de rua que faz o seu som com a boca, utilizando pedais de looping e efeitos. Dub Fx é um cara intenso. Não conheço ele, lógico, mas só pelos vídeos é possível entender que o projeto do cara é sensacional - tanto musical quanto ideologicamente. Foi assim que chegamos em 'Flow' a canção base do documentário.
Dub é um artista completamente independente utilizando apenas a internet, a rua e o boca a boca para divulgar o seu trabalho. Mais ou menos como o Boca de Rua. Uma frase do wikipedia detalha um pouco do australiano: "suas letras falam de eventos mundiais e da angústia contemporânea, sugerindo uma revolução baseada no indivíduo, na auto-determinação e no engajamento. Também aborda questões de importância social".
Na mesma intensidade (e dessa vez muito próximo de casa) o som que encontrei vem do ator, compositor e amigo Marcelo Naz. Também utilizando a internet como plataforma de divulgação, Naz é um cara completo: sua música sensibiliza porque é direta e verdadeira. Foi o último contato que fizemos e ele entrou para a equipe nos dando um presente muito importante, a música Confuse.
Com diversos trabalhos artísticos preenchendo o currículo, Naz - que no mundo musical é conhecido como Nazaré Vox - tem uma sonoridade muito própria e uma densidade muito específica, que "caiu do céu" para o Boca de Rua.
O Desenho de Som do documentário é da Gogó Conteúdo Sonoro.
Uma das músicas vem da Austrália, de um artista de rua que faz o seu som com a boca, utilizando pedais de looping e efeitos. Dub Fx é um cara intenso. Não conheço ele, lógico, mas só pelos vídeos é possível entender que o projeto do cara é sensacional - tanto musical quanto ideologicamente. Foi assim que chegamos em 'Flow' a canção base do documentário.
Dub é um artista completamente independente utilizando apenas a internet, a rua e o boca a boca para divulgar o seu trabalho. Mais ou menos como o Boca de Rua. Uma frase do wikipedia detalha um pouco do australiano: "suas letras falam de eventos mundiais e da angústia contemporânea, sugerindo uma revolução baseada no indivíduo, na auto-determinação e no engajamento. Também aborda questões de importância social".
Na mesma intensidade (e dessa vez muito próximo de casa) o som que encontrei vem do ator, compositor e amigo Marcelo Naz. Também utilizando a internet como plataforma de divulgação, Naz é um cara completo: sua música sensibiliza porque é direta e verdadeira. Foi o último contato que fizemos e ele entrou para a equipe nos dando um presente muito importante, a música Confuse.
Com diversos trabalhos artísticos preenchendo o currículo, Naz - que no mundo musical é conhecido como Nazaré Vox - tem uma sonoridade muito própria e uma densidade muito específica, que "caiu do céu" para o Boca de Rua.
O Desenho de Som do documentário é da Gogó Conteúdo Sonoro.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Acorda
Os jovens, adultos, senhores que estão saindo na rua hoje em busca de um novo país estavam invisíveis até o momento. Estavam hibernando ou tentando acreditar numa reviravolta política. Deixarem de se esconder e perceberam que podem mudar o país. E eu também, sem dúvida!
O Boca vem tentando mudar pensamentos a passos lentos e graduais, mas com toda a certeza tem um peso muito grande nessa transformação intelectual e social que o país vem buscando. Dentro do Boca eu aprendi que vale a pena falar, dar a cara pra bater, assumir os ideais e não desistir de uma vida mais digna.
É isso que todos anseiam. Não se quer a invisibilidade nunca. As pessoas precisam ser vistas, sejam maioria ou minoria. Precisam atuar como cidadãos, mas antes precisam ser encaradas como tais. E se os governantes e demais autoridades deste país não se deram conta disso até então, é preciso ir às ruas reivindicar. Cada vez mais.
Foi dentro de uma reunião do Boca que ouvi a frase mais impactante, que para mim, resume bem toda e qualquer manifestação que está surgindo no Brasil: "enquanto você dormia, muita coisa acontecia".
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Capa
A capa de um jornal é primeiro contato dos repórteres com a sociedade. Muitas vezes, uma palavra pode revelar toda a linha editorial de um periódico.
Assinar:
Postagens (Atom)




